O amor é um sentimento que, como todos, já nasce acoplado ao ser humano. Embora possa parecer que algumas pessoas não possuam o dom do amor. Ele se manifesta de formas diversas. Há o amor paterno, materno, fraterno, fraternal, platônico e aquele amor que é o que uma pessoa sente especificamente por outra. Esse não tem nome. É simplesmente amor.
Mas esse amor é o mais complexo de todos, um mistério que assola a sociedade desde seu surgimento. Incontáveis poesias e letras de pagode já foram escritas, tendo o amor como tema. E mais outras incontáveis serão escritas. Cada uma delas explicando de forma diferente esse amor. Mas nenhuma delas chegou a uma definição plausível. Isso deve dar-se à condição contraditória de que Camões falava a cerca desse sentimento.
O amor apresenta-se de diversas formas e, mesmo assim, é o mesmo amor. Ele pode transformar-se, tanto dentro de nós, como nas orações; pode ser substantivado, adjetivado ou verbalizado. O amor é um sentimento metamorfo, que se adapta a todos os tipos de situação. Pode ser dor, doença, tristeza, alegria, graça, desgraça, verdade ou mentira.
Por fim, o amor é amorfo, como a filosofia, uma grande pergunta que não pode ser respondida. Não de uma só vez. Descobriremos a cada dia um pouco mais sobre ele. Mas nunca o desvendaremos por completo.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Mãe
Segundo o espiritismo, a gente escolhe nossos pais, antes de vir ao mundo. Se isso é verdade, fiz a escolha certa quanto a você, mãe.
Meu pai
Tenho um irmão de verdade
Desses que nascem da mesma barriga que a gente
às vezes ele é mais novo
às vezes, mais velho
sou o irmão do meio
Eu o escuto
Mas ele só me ouve
Ele é meu ídolo
também, meu fã
Eu sou o bêbado e ele é o sóbrio
que, voltando da balada,
precisam escorar-se um no outro,
para que nenhum caia.
Desses que nascem da mesma barriga que a gente
às vezes ele é mais novo
às vezes, mais velho
sou o irmão do meio
Eu o escuto
Mas ele só me ouve
Ele é meu ídolo
também, meu fã
Eu sou o bêbado e ele é o sóbrio
que, voltando da balada,
precisam escorar-se um no outro,
para que nenhum caia.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
à Tiazinha do Salgado
À Tiazinha do salgado
a essa aqui
bem do meu lado
Essa tiazinha aqui não faz doce, não
Seus lanches são salgados com suor
O lanche você paga,
mas o sorriso é de graça
O melhor lanche da praça
vende
pra advogado
pra letrista
cientista contábil e da computação
pra vagabundo
pra atleta
guarda a chave da bicicleta
sempre vende
sempre guarda
sempre sorri
Tratem muito bem essa Tiazinha do Salgado, minha gente
Porque ela vende salgado,
mas é uma mulher doce.
a essa aqui
bem do meu lado
Essa tiazinha aqui não faz doce, não
Seus lanches são salgados com suor
O lanche você paga,
mas o sorriso é de graça
O melhor lanche da praça
vende
pra advogado
pra letrista
cientista contábil e da computação
pra vagabundo
pra atleta
guarda a chave da bicicleta
sempre vende
sempre guarda
sempre sorri
Tratem muito bem essa Tiazinha do Salgado, minha gente
Porque ela vende salgado,
mas é uma mulher doce.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
poesia pra Casa
Tenho sempre duas casas
uma é lá
fica em qualquer lugar
É onde realmente moro
Mas essa sempre muda.
A outra nunca muda
é aqui em Cajamar
Já vem prontinha
Com pai, mãe e irmãos
Essa casa me deu sua chave
e disse:
entra
come
dorme
some
e volta
quando quiser
uma é lá
fica em qualquer lugar
É onde realmente moro
Mas essa sempre muda.
A outra nunca muda
é aqui em Cajamar
Já vem prontinha
Com pai, mãe e irmãos
Essa casa me deu sua chave
e disse:
entra
come
dorme
some
e volta
quando quiser
poesia pro pai
Seu Godói é um Bufão
Ri tanto da vida
da gente
que faz a gente rir
Me faz rir
Me faz chocolate quentinho
Me faz parar e pensar
Depois, me faz rir, denovo
Vai fazer a feira
e não volta nunca mais
De tanta gente que conhece
Trabalha
Vai à igreja
Joga video Game
Toma cerveja
Abraça
mas não beija
Nem precisa
Seu beijo sai pelos olhos
Ri tanto da vida
da gente
que faz a gente rir
Me faz rir
Me faz chocolate quentinho
Me faz parar e pensar
Depois, me faz rir, denovo
Vai fazer a feira
e não volta nunca mais
De tanta gente que conhece
Trabalha
Vai à igreja
Joga video Game
Toma cerveja
Abraça
mas não beija
Nem precisa
Seu beijo sai pelos olhos
poesia pra mãe
Dona Sônia
Dona da casa
Dona do homem da casa
Dona dos meninos da casa
Dona dos meninos que não são da casa
Dona da comida, da roupa, do varal
Dona do cigarro
Dona do dinheiro
Dona da situação
Dona das preocupações
Dona da gargalhada mais bonita que conheço
Dona nossa
Nossa mãe
Dona da casa
Dona do homem da casa
Dona dos meninos da casa
Dona dos meninos que não são da casa
Dona da comida, da roupa, do varal
Dona do cigarro
Dona do dinheiro
Dona da situação
Dona das preocupações
Dona da gargalhada mais bonita que conheço
Dona nossa
Nossa mãe
poesia pro Rafa
Tanto nos rolês como na vida
venho seguindo-o
Ele sabe o que faz
aonde vai
mesmo quando não sabe.
Afinal, é isso o que a vida quer
certezas e apertos de mão
coisas que o Rafa tem de sobra
seus sorrisos puros
seus xingos mais duros
seus choros - os quais nunca vi
seu amor
e sua amizade
são sempre verdade
E se a vida é mesmo uma escola,
O Rafa é meu companheiro de classe.
venho seguindo-o
Ele sabe o que faz
aonde vai
mesmo quando não sabe.
Afinal, é isso o que a vida quer
certezas e apertos de mão
coisas que o Rafa tem de sobra
seus sorrisos puros
seus xingos mais duros
seus choros - os quais nunca vi
seu amor
e sua amizade
são sempre verdade
E se a vida é mesmo uma escola,
O Rafa é meu companheiro de classe.
poesia para DuVício
A raça DuVício tem as seguintes estatísticas:
-Inteligência +2, Carisma -2(devido a sua teimosia)
-Sua facilidade em rir o afeta em -10 em testes contra piadas e outros tipos de gracinha
-Da mesma forma, recebe +10 para resistir a efeitos de choro
Habilidades Raciais:
-Saco sem fundo: Uma vez ao dia, DuVício pode encher o bucho com uma criatura média até seu 5° nível de personagem; grande, até o 10° nível; enorme, até o 15° e imensa, até o 20°. A partir, daí, ele pode se alimentar de criaturas colossais.
-Amigo da Internet: Com o DuVício não há diferença entre estar longe ou perto. A sensação de companhia é sempre a mesma. Não importa a distância.
-Apelão: DuVício sempre vence. Não importa qual seja o jogo,se ele conheça ou não ou contra quem esteja jogando. Ele vence e pronto.
-Tinhoso: Um DuVício nunca perde uma discussão. Não porque esteja sempre certo; e sim porque é impossível convencê-lo de que ele esteja errado.
-Inteligência +2, Carisma -2(devido a sua teimosia)
-Sua facilidade em rir o afeta em -10 em testes contra piadas e outros tipos de gracinha
-Da mesma forma, recebe +10 para resistir a efeitos de choro
Habilidades Raciais:
-Saco sem fundo: Uma vez ao dia, DuVício pode encher o bucho com uma criatura média até seu 5° nível de personagem; grande, até o 10° nível; enorme, até o 15° e imensa, até o 20°. A partir, daí, ele pode se alimentar de criaturas colossais.
-Amigo da Internet: Com o DuVício não há diferença entre estar longe ou perto. A sensação de companhia é sempre a mesma. Não importa a distância.
-Apelão: DuVício sempre vence. Não importa qual seja o jogo,se ele conheça ou não ou contra quem esteja jogando. Ele vence e pronto.
-Tinhoso: Um DuVício nunca perde uma discussão. Não porque esteja sempre certo; e sim porque é impossível convencê-lo de que ele esteja errado.
Pensamento do Palhaço:
Um autor não deve escrever o que o público gosta, e sim fazer o público gostar do que ele escreve."
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