quinta-feira, 24 de abril de 2008

Quem vê, é só um marginal
um boleiro qualquer
petecando uma bola
Mas o que ninguém sabe
é que, naquela bola, ele carrega
o amor, a amizade, a alegria
Deus
eu
Tornou-se um irmão, no momento em que colocamos uma fita branca em nossos pulsos.
A fita soltou do braço...
e enrolou-se no peito.

(dedicado a Leandro Cruz Cavalcante, meu irmão de fita branca)

Nenhum comentário: